Me leve para qualquer lugar,
mas não me deixe no escuro.
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hey, baby

rabiscos

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créditos
theme by dilacerar; base por antigones; com alguns detalhes originais da noheartgirl e outros da inocenciaindecente. Não copie, não disponibilize, tenha criatividade, seja original, pf.

(via mydearjustindrew)


1 day ago · 5,364 notes · originally from mollyjandro · Reblog

(Source: daily-disney, via tudoumdiapassa)


1 day ago · 100,623 notes · originally from daily-disney · Reblog

(Source: makeupnail, via missign0rance)


2 days ago · 52 notes · originally from makeupnail · Reblog

(Source: furo-mtv, via fukingperfect)


5 days ago · 8,612 notes · originally from furo-mtv · Reblog

Brincando com o filho no futuro. 

avidaemgif:

Pessoas normais:

Eu:


5 days ago · 7,721 notes · originally from naoponhaaculpaemmim · Reblog

(Source: biebsmagic, via coffee-tea-water)


5 days ago · 3,058 notes · originally from biebsmagic · Reblog

Eu consigo imaginar, você estando aqui. Como seria o nosso primeiro toque, o primeiro abraço, o primeiro gesto de carinho, o primeiro beijo, consigo imaginar como seria doce o seu “bom dia meu amor” todos os dias ao acordar e ver você ao meu lado, consigo imaginar você usando uma camisa minha como pijama. Imagino como seria nossa vida um ao lado do outro, todas as brigas, separar e reatar, estar sempre enganando o tempo, inventando o nosso para sempre, vivendo as loucuras que o amor pode oferecer. Imagino o seu sorriso, o seu olhar furioso, imagino você me xingando de todos os nomes possíveis, imagino. Porém tudo isso só fica na minha mente. É apenas isto, imagino você aqui comigo, fazendo tudo que um dia foi imaginado.

5 days ago · 794 notes · originally from un-equal · Reblog

Eu odeio quando a professora diz “por toda essa conversa, eu presumo que vocês já terminaram de copiar”  

avidaemgif:

VADIA, CALA A BOCA. Por toda essa sua chatice, eu presumo que você esteja solteira.

(Source: lastsundaynight)


5 days ago · 44,598 notes · originally from lastsundaynight · Reblog

Um lágrima perdida
em meio a cartas queimadas
e promessas derretidas.

um olhar tristonho
sobre um cristal de pureza.
Um brilho excêntrico e estranho.

Um menina, uma mulher
Uma lady ou uma qualquer
Borboleta sem asas,
fogueira sem brasa.

Sabe-se do silêncio,
sabe-se de tudo
e que no fundo
é apenas um estranho absurdo.

Veja com a alma e sinta com os olhos
Somente isso, menina quebrada
Quebrada em seus ossos.

Seus ossos inexistentes
cansados, silenciosos
Apenas sorria
em meio à sua lágrima perdida.

— Giovana Cidade


Ela ainda usava um par de tênis desbotados, sujos e que ainda mostravam vagamente a estampa listrada chamativa que este costumava ter quando novo. Os cadarços estavam encardidos e desamarrados, tão maltratados quanto os tênis em si, ainda assim ela os usava como se fossem os tênis mais novos do mundo. Estava apreensiva, sabia que mesmo fugindo de casa devido aos perigosos negócios do pai, ela ainda corria um enorme perigo, apesar de já estar sobre uma moto que já percorrera mais de duzentos quilômetros sem muitas paradas. Decidira, com relutância, encostar no próximo posto, um quase abandonado que estava a poucos metros de onde estava, tanto para abastecer a moto quanto para comer algo. Ao adentrar na pequena lojinha de conveniência, pegou tudo o que queria, sem se importar com um vago roncar de um motor que se aproximava. Ao seguir para apanhar a moto já abastecida e seguir viagem, seu corpo automaticamente se congela com o que vê. Seus olhos pareciam esforçar-se para esconder o desconhecido brilho selvagem neles contidos. A estatura alta e o belo físico atlético misturados à tatuagem de um dragão que lhe envolvia todo o braço direito faziam com que ela se sentisse um pequeno gato perante uma onça assustadoramente astuta. Sabia quem ele era, mesmo estando à alguns metros de distância, e, numa patética tentativa de sobrevivência, correu para alcançar sua moto, mas fora interrompida por um alto estouro seguido de uma perfuração dolorosa em sua costa que provavelmente destruíra uma de suas vértebras, fazendo-a cair no chão. A última coisa que ela se lembrou de ter ouvido foi o mesmo ronco de motor de segundo atrás. E então, apagou.

Ela ainda usava um par de tênis desbotados, sujos e que ainda mostravam vagamente a estampa listrada chamativa que este costumava ter quando novo. Os cadarços estavam encardidos e desamarrados, tão maltratados quanto os tênis em si, ainda assim ela os usava como se fossem os tênis mais novos do mundo. Estava apreensiva, sabia que mesmo fugindo de casa devido aos perigosos negócios do pai, ela ainda corria um enorme perigo, apesar de já estar sobre uma moto que já percorrera mais de duzentos quilômetros sem muitas paradas. Decidira, com relutância, encostar no próximo posto, um quase abandonado que estava a poucos metros de onde estava, tanto para abastecer a moto quanto para comer algo. Ao adentrar na pequena lojinha de conveniência, pegou tudo o que queria, sem se importar com um vago roncar de um motor que se aproximava. Ao seguir para apanhar a moto já abastecida e seguir viagem, seu corpo automaticamente se congela com o que vê. Seus olhos pareciam esforçar-se para esconder o desconhecido brilho selvagem neles contidos. A estatura alta e o belo físico atlético misturados à tatuagem de um dragão que lhe envolvia todo o braço direito faziam com que ela se sentisse um pequeno gato perante uma onça assustadoramente astuta. Sabia quem ele era, mesmo estando à alguns metros de distância, e, numa patética tentativa de sobrevivência, correu para alcançar sua moto, mas fora interrompida por um alto estouro seguido de uma perfuração dolorosa em sua costa que provavelmente destruíra uma de suas vértebras, fazendo-a cair no chão. A última coisa que ela se lembrou de ter ouvido foi o mesmo ronco de motor de segundo atrás. E então, apagou.


5 days ago · 0 notes · Reblog
#contos

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